Me: ´´Seriously, we don´t need this.``
Him: ´´What do you mean?``
Me: ´´I don´t need this!``
Him: ´´So...``
Me: ´´So...?``
Him: ´´I don´t need you, you don´t need me. But I want you!``
I don't know! I DON'T KNOW! I'm lost! I'm scared! I feel like I'm disappearing! MY SKIN COMING OFF! I'M GETTING OLD! Nothing makes any sense to me! NOTHING MAKES ANY SENSE!
domingo, 17 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Do we have a conexion or what?
Sério minha gente, quais são as chances de eu sair pra passear com o meu cachorro numa quinta-feira, 23h da noite? Poucas né? Afinal de contas quem passeia com cachorro a essa hora? Agora me diz, quais são as chances DELE, um cara, vamos dizer assim, ocupado, que normalmente está em casa essa hora dormindo, estar passando na minha quadra exatamente no mesmo tempo que eu estou lá fora correndo atrás do meu cachorro que justamente HOJE eu resolvi andar com ele solto na rua? Se você ainda não acha o bastante, escute só: Brasília tem quadras residenciais, ou seja, se você quer ir para algum lugar você não pega as quadras, você pega as ruas normais, avenidas. Eu não saio pra passear com o meu cachorro a noite, esse é o horário do meu pai, ele saí com o Sansão antes de dormir, lá paras 22h, eu normalmente saio com ele quando chego do trabalho, ás 17:30. Tudo bem, de vez em quando eu saio com ele no horário do meu pai, DE VEZ EM QUANDO, mas nunca sozinha, sempre chamo alguém. Nunca ando com ele solto, nunca dou passeios rápidos, sempre vou logo para as outras quadras, mas, HOJE, eu estava com ele na frente de casa, porque ele estava solto e eu tava com medo de ele fugir. Caramba, eu tô louca, ou SÉRIO, TUDO PODE ACONTECER? Ah, esqueci de falar, ele não ficou nem cinco minutos, apesar de eu ter insistido, e ele disse assim antes de ir ´´eu sabia que ia encontrar você´´. Pensem o que quiser, mas, pra mim, isso não é coincidência.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Pretty normal
Não vou mentir e nem romantizar tudo. Não passa de uma saudadezinha que sempre fica toda vez que eu escuto o teu nome. Que aí eu lembro do teu sorriso, que me faz lembrar a tua voz, que me lembra do teu jeito. Saudade sabe? Saudade de você.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Respondendo a sua pergunta
Vou! Vou dizer que não temos que aceitar nada da vida. Porque a vida é a gente que faz. Você sempre com essa mania ridícula de aceitar as coisas. Aceitar a vida, levar a vida, empurrar com a barriga. Acorda! Isso é pros fracos. Se você leva a vida que você tem é porque você escolheu essa vida, e se você aceita é porque você quer. Você sempre me achou neurada, né? Talvez eu seja, mas sabe porque? Porque eu não aceito as coisas, eu não aceito as coisas do jeito que elas são. E se eu faço alguma errada, eu neuro, neuro 1, neuro 2, neuro 3x se preciso para eu me certificar que não vou repetir aquele erro. Você vive falando das mesmas coisas. Dos seus erros. Como sempre só falando. Para de falar e muda de uma vez! Até parece que essa vida que você leva não é a vida que você escolheu levar. Se as coisas tomaram esse rumo foi porque VOCÊ tomou esse rumo. Acho incrível de como as pessoas se referem a vida como se elas não tivessem controle sobre ela, tudo bem, tem coisas que não temos controle, mas a maioria delas nós temos. Lei da semeadura my friend. Se liga: Se eu plantar uva, eu vou colher uva. Se eu plantar maçã eu vou colher maçã. Se eu plantar amor eu colho amor e por aí vai. Chama de karma se você quiser, chama de qualquer coisa, mas é a mais pura verdade. Sempre fico de cara com esse tipo de coisa. Acontece alguma coisa na vida da pessoa e ela fica se perguntando do porque isso aconteceu. Pensa um pouquinho, pensa no que você plantou, pensa que caminho você trilhou pra chegar a onde você está e mesmo que seja no fundo do poço, você não precisa continuar cavando.
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