"(...)Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto e seu banheiro. Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa. Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige. E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria muito colocar um sorriso neste rosto, parar de praguejar, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo. Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa como a parte ruim da nossa história, salvo tragédias pessoais e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário dos que viram uns chatos.
Antes de falar mal da Caras, pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer salvá-lo? Garanta-se primeiro. Não se sinta culpado em pensar em si próprio. Cuide da sua saúde. Arrume o que é seu. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz."
(Martha Medeiros)
I don't know! I DON'T KNOW! I'm lost! I'm scared! I feel like I'm disappearing! MY SKIN COMING OFF! I'M GETTING OLD! Nothing makes any sense to me! NOTHING MAKES ANY SENSE!
terça-feira, 2 de julho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
About the fear of love.
Fear. The only thing that can really make us lose our minds. We act desperate when we are in fear, we make things we didn't mean to when we are in fear. The fear of a failure. The fear of not having success. We don't really know what we wanna succeed in, we just wanna know we wanna be there when the day comes. The day we will just open our eyes and think "I am exactly where I'm supposed to be". What if this day never happens? What if life is just a routine of random facts that never stops. I mean, one day we are there, one day we are not. One day we are happy, the other we aren't. The fact is that we are never satisfied. We always want more. We want more money, we want more beauty, we want more love. Love. The only thing that never changes. The only thing that is certain in our lives. The only thing is really worth it to fight for, and to die for. Someone said once "love troughs away every fear". Well, that's a sentence I belive in. We got love what we do, how we do, and who we do. We got love life, we gotta love the world, love the animals, love. Love ourselves. "Everything that you do, you may do with love", Jesus Christ said that because he know, that the only thing that makes sense, above all, is love.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Insista, persista e desista.
Acho bem legal esse papo de "insista não desista", ou "persista você consegue" e todas essas frases feitas que a gente lê na internet. Mas assim "SAYS WHO?". Tenho certeza que a pessoa que escreveu isso não tá vendo o aperto que você anda passando. A intenção é boa, e em momentos de desespero total elas até funcionam, acredite, experiência própria. O negócio é que quando elas não funcionam fico meperguntando até que ponto devemos escutar e repetir pra nós mesmos esse tipo de coisa? Eu sei que soa um tanto quanto derrotista, mas pera aí, nós somos humanos, demasiados humanos. Praticamente formiguinhas brincando de casinha. Tentar incessantemente alguma coisa é uma atitude louvável, mas não consigo enxergar qual o grande dilema ou melhor, o grande problema de desistir. Eu não sei vocês, mas eu não sou mulher maravilha, como eu disse, a gente até tenta, mas as vezes não dá, simplesmente não vai, foi o relacionamento que não deu certo, apesar de todas as tentativas, foi aquele projeto que não andou e não foi por falta de esforço, foi um emprego novo que é mais pesado do que você imaginava, foi a mudança de cidade que se tornou mais difícil do que o esperado, enfim, são inúmeras situações em que nós nos sentimos obrigados a "fazer funcionar" ou a "dar conta" que no final do dia nos levam a uma única pergunta "mas pra que tudo isso?". Quando começamos a nos fazer essa perguntinha é porque de repetente, o fardo se tornou mais pesado do que podemos carregar. Eu não vejo problema em admitir isso. Uma das frases mais inteligentes que já ouvi nesses últimos tempos é uma que meu pai diz, e é assim: "você quer ser feliz ou você quer ter razão?". Você quer se matar um pouco diariamente pra não admitir a derrota, ou quer ser feliz? Você quer discutir com a pessoa amada até acabar com as forças dela ou prefere deixar pra lá e pular mais essa discussão? Sabe, não é que eu seja derrotista, ou não acredite no poder do esforço. Eu apenas consigo encontrar beleza na derrota - na verdade, na realidade, na simplicidade das coisas, na forma como elas realmente são, não como Hollywood espera de nós. Não tenho vergonha de admitir que sou carne, osso, e que sim, eu canso, eu choro, e as vezes eu até desisto. Foi que nem Caio Fernando Abreu definiu com perfeita singularidade "desistir foi meu maior ato de coragem". Um bom dia a todos que não são perfeitos.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Swallowing teardrops
Fico me perguntando se alguém já percebeu, como eu acabei de perceber a real sensação de engolir o choro. "Catching tears" eu pensei, e me vi ali, dentro da minha cabeça criativa, eu estava segurando minhas lágrimas com minhas mãos, foi quando lembrei que não podia, que não era com as mãos que eu deveria segura-las. Que eu deveria engolir o choro. Foi o que eu fiz. Tomei um pouco de coragem, puxei o ar com a boca e engoli. As lágrimas que nates estavam nos meus olhos pareceram ter passado para a garganta. E não desceu redondo como uma Skol. Desceu como uma bola de chumbo, como quando coca-cola não desce bem, e dói o peito. Glup - foi o barulho que fez dentro da minha cabeça. Pronto, passou. Vida real não tem espaço pra choro.
sábado, 6 de abril de 2013
Não quero vender produtos, quero vender ideias.
A situação é a seguinte: ... Na verdade antes de eu começar a reclamar da minha vida escrever, eu preciso dizer que cheguei a conclusão que escrevo por ter medo de falar as coias em voz alta e elas virarem realidade. Prefiro escrever porque assim fico com a sensação que ninguém está vendo, e se ninguém está vendo, se ninguém toma conhecimento de algo, logo, esse algo não existe. Certo? Mas voltando pro ponto que me fez sentar na frente desse computador num final de tarde de sábado em Belém do Pará, lugar em que sonhei em estar durante uns 4 anos pelo menos e hoje me vejo aqui, com tudo, mas frustrada. Frustrada porque fiz cagada. Pronto, está dito. Fiz cagada. Errei, decisão precipitada, caminho errado, ansiedade, necessidade, emocional abalado, ego inflado, posso chamar do que eu quiser, mas nessa equação a soma dos fatores não vai alterar o resultado. No caso, eu só estou mudando o nome da variante. E a variante é o erro. Cara, na boa, dói admitir. Ninguém gosta de errar, ainda mas quando não podemos corrigir. Mas é isso, errei e errei feio. Sabe naquelas entrevistas de emprego quando nos perguntam "qual o seu maior medo?" Eu sempre respondi que era me perder no meio do caminho. Acho que quase ninguém entendia mas o que eu queria dizer é que eu tinha muito medo de começar a fazer um monte de coisa e perder o meu foco principal. Talvez, esse medo já existisse por eu conhecer muito bem a minha personalidade um tanto quanto... impulsiva - outra coisa que odeio admitir. Juntei a minha impulsividade, com imprudência, teimosia, bati no liquidificador e deu no que deu. Me perdi nomeio do caminho.Não tive paciência para esperar. Fui com muita sede ao pote. Poderia citar várias frases que registrassem, no português claro, a cagada que eu fiz. Tô mimimimizando do erro a um parágrafo inteiro e até agora não disse com todas as palavras o que foi. Sem entrar em detalhes vou direto ao ponto: eu estou ODIANDO com todas as minhas forças o meu trabalho. PRONTO FALEI. ODEIO, ODEIO, ODEIO. Eu sempre quis escrever, e eu AMO escrever. AMO AMO AMO AMO AMO, posso passar o dia fazendo isso. AMO encontrar formas de dizer algo. É disso que eu gosto. Não gosto de PLANEJAR, pensar em ESTRATÉGIAS, descobri que nem de FACEBOOK eu gosto. Não saco nada de tecnologia e nem quero sacar. CARA, eu só quero escrever, eu só quero que alguém me pague pra isso, por que é tão difícil? Não quero vender produtos, quero vender ideias. SOCORRO, alguém me ajuda. Só quem faz diariamente o que não gosta sabe o peso que é todos os dias ter que fazer. Sabe o que é se trancar no banheiro do escritório, contar de 1 até 10 para não sair correndo dali o mais rápido possível. Sabe o que é tentar tentar tentar e no fundo saber que não importa o quanto você tente não vai dar certo. Mas vamos lá, bola pra frente. CORAGEM! O primeiro passo eu tô dando agora, admitindo o erro, agora, é só tomar um atitude. Muito obrigada por existir, mundo das palavras, sem você eu estaria pagando 200 reais por uma hora de terapia.
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