quarta-feira, 13 de abril de 2011

3 meses

saudade, parece uma eternidade.

domingo, 10 de abril de 2011

Respondendo a sua pergunta

Vou! Vou dizer que não temos que aceitar nada da vida. Porque a vida é a gente que faz. Você sempre com essa mania ridícula de aceitar as coisas. Aceitar a vida, levar a vida, empurrar com a barriga. Acorda! Isso é pros fracos. Se você leva a vida que você tem é porque você escolheu essa vida, e se você aceita é porque você quer. Você sempre me achou neurada, né? Talvez eu seja, mas sabe porque? Porque eu não aceito as coisas, eu não aceito as coisas do jeito que elas são. E se eu faço alguma errada, eu neuro, neuro 1, neuro 2, neuro 3x se preciso para eu me certificar que não vou repetir aquele erro. Você vive falando das mesmas coisas. Dos seus erros. Como sempre só falando. Para de falar e muda de uma vez! Até parece que essa vida que você leva não é a vida que você escolheu levar. Se as coisas tomaram esse rumo foi porque VOCÊ tomou esse rumo. Acho incrível de como as pessoas se referem a vida como se elas não tivessem controle sobre ela, tudo bem, tem coisas que não temos controle, mas a maioria delas nós temos. Lei da semeadura my friend. Se liga: Se eu plantar uva, eu vou colher uva. Se eu plantar maçã eu vou colher maçã. Se eu plantar amor eu colho amor e por aí vai. Chama de karma se você quiser, chama de qualquer coisa, mas é a mais pura verdade. Sempre fico de cara com esse tipo de coisa. Acontece alguma coisa na vida da pessoa e ela fica se perguntando do porque isso aconteceu. Pensa um pouquinho, pensa no que você plantou, pensa que caminho você trilhou pra chegar a onde você está e mesmo que seja no fundo do poço, você não precisa continuar cavando.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ausência


Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.

(Vinícios De Moraes)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Me perdoa?

How sad is that?

Hoje me peguei falando assim: Tenho medo de ter filhos nesse mundo. Já pensou eu tenho uma filha igual a mim? Quero que ela seja tudo o que eu não sou.“ Com cara de dó ele me respondeu: “Oh honey... Don´t say that. Don´t be so hard on yourself“.

Mas as vezes eu acho que o problema é exatamente o contrário.